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27 de out. de 2011

Cinema #05 - Os Três Mosqueteiros 3D

O novo filme dirigido por Paul W. S. Anderson vem sem originalidade mas compensa no humor.


"Um por todos e todos por um"


Título Original: The Three Musketeers 3D;
Tradução: Os Três Mosqueteiros 3D;
Gênero: Ação/Aventura;
Duração: 110 min.;
País: EUA;
Estúdio: Playarte Pictures;
Direção: Paul W. S. Anderson.

Sinopse...................................................................................................................

Porthos, Athos e Aramis são três mosqueteiros que fizeram muito sucesso no passado. Agora, não mais. Passam a vida bebendo e se curvando às ordens do clero (Cardeal Richelieu - Christoph Waltz).


O jovem D'Artagnan, representado por Logan Lerman (Percy Jackson), entra no meio do trio dando esperança aos velhos mosqueteiros.


Milady (mila Jovovich) e o Cardeal Richelieu participam de uma conspiração para iniciar uma guerra entre França e Inglaterra. A missão dos mosqueteiros é impedir este plano e eliminar a possibilidade de uma possível guerra.

Crítica.....................................................................................................................

"Uma boa ideia cinematográfica pode dar certo se for guiada pelas mãos de um bom diretor".


Aqui vem o erro. Como dizia Chacrinha, "nada se cria, tudo se copia".


-Trilha Sonora: cópia de Shelock Holmes;
-Cenário (fotografia): Piratas do Caribe 4.


Talvez tenha, ainda, mais filmes nesta lista. Estes foram os que reparei de cara. Acho uma vergonha, já que os dois filmes são muito recentes. Nem o trabalho de juntar ideias de vários filmes e fazer um resumo, mas não, cópia descarada.


Aos atores, merece destaque Mila Jovovich (Resident Evil) que mostrou nas cenas de ação um trabalho beirando a perfeição. Logan Lerman também mostrou carisma (o qual também havia mostrado em Percy Jackson). Christoph Waltz (Bastardos Inglórios) mostrou imponência em seu papel de Cardeal.



Para quem quer diversão, escolheu o filme certo. Super divertido e contagiante, o personagem de Freddie Fox (Rei Louis) deu certo na trama. Orlando Bloom, apesar de eu não gostar de seu trabalho, tira boas risadas do público.


Algo que me chamou muito atenção foram os movimentos e os ângulos das câmeras. Se bem que já tinha visto isto, praticamente igual, em Piratas do Caribe 4.


Apesar de tudo, o filme é  divertido e tem cenas de ação eletrizantes. Vale a pena pagar um pouco mais 3D. Não espere O FILME!. Mas vale a pena assistir.

3D..........................................................................................................................

Impecável e ponto final.

Eu poderia parar por aí, mas devo explicar o porquê do elogio:

Há muitos filmes atrás que não me vejo uma profundidade como vi neste filme. Muitos dos filmes lançados em 3D estão apenas se aproveitando do público, pois, ao fazerem uma propaganda enganosa do filme em terceira dimensão, levam o espectador a pagar mais por menos. Acho que o último filme que assisti neste nível foi Thor.


Por ser um filme de época, traz um cenário muito bem detalhado, dando assim mais pontos positivos ao 3D e a fotografia do filme.






14 de set. de 2011

Música #07 Avril Lavigne - Wish You Were Here

A Princesa do PopPunk, depois de Alice (canção que fez para o filme Alice in Wonderland), traz sua nova música: Wish You Were Here.

Música: Wish You Were Here
Tradução: Queria que você estivesse aqui;
Artista: Avril Lavigne;
Gênero: Pop Punk;
País: Canadá;
Título Original: Wish You Were Here;
Ano: 2011;
Álbum: Ainda sem informações.


A música.................................................................................................................

O novo álbum de Avril Lavigne vem um pouco diferente das demais músicas da cantora. Agora, a angústia e melancolia fazem parte da letra.

Outro aspecto que percebi foi a desilusão amorosa como foco da canção. Isso lembra um pouco o Sertanejo (ritmo que vem contagiando o nosso país nestes últimos anos).

O estilo, agora, fica bem fora do público Pop e mais perto dos "fãs de carteirinha" de Avril. Com a maquiagem borrada e as lágrimas jorrando ela se dedica à sua arte.

Já no clip, a cantora mostra suas habilidades cênicas em representar o sofrimento de ter perdido alguém que ama.

Assistam o clip:






















Smile & What the Hell.............................................................................................

Um trabalho de arte de álbum magnífico é o que se pode dizer de Goodbye Lullaby, álbum que leva consigo a música Smile.

Esta retoma um hábito de Avril em que, a cada álbum novo ela colocava uma cor diferente no cabelo: desta vez, o verde. 


Smile

Em What the Hell, já temos uma mudança na batida da música e no ritmo. Aqui, está mais animada.

A música é muito boa:

What The Hell

The Best Damn Thing..........................................................................................

Neste álbum, The Best Damn Thing, When You're Gone e Girlfriend são as músicas que se destacam.

Devo falar que não sou muito fãn de The Best Damn Thing (música). Mas, as outras duas músicas são as que eu mais gosto da cantora.

The Best Damn Thing


Girlfriend estorou quando foi lançada. Bom, merece todo o sucesso por ser uma música super bem pensada.



Girlfriend


Nobody's Home..........................................................................................


Aqui está o auge de Avril Lavigne. Gravada por volta de 2004, a música atingiu âmbito mundial levando a cantora a ser conhecida até no Japão.


Neste clip, ela aparece com cabelos castanhos bem escuros e loira em outros momentos. O vídeo é bem produzido e merece ser assistido:























Wish You Were Here...............................................................................................

É claro que, antes de acabar o post, tenho que dar minha nota, ou seja, o que acho que a música em questão merece. A minha opinião pode não condizer com as suas, todos temos liberdade de expressão e vocês podem perfeitamente colocar o que acha da postagem, quais nota dariam, chutes, pontapés e xingamentos. Os comentários não são alterados ou bloqueados (salvo em casos graves, escolhidos pelo Blogger) e este espaço é exclusivamente de vocês. Usem-o o quanto quiserem.

E a nota é...



When You're Gone (para os apaixonados):

25 de ago. de 2011

Livros #01 - Dan Brown - O Símbolo Perdido

A esperada sequência do fenômeno "O Código Da Vinci" prometeu um grande livro, mas será que cumpriu?

Livro: Símbolo Perdido, O;

Autor: BROWN, Dan;
Editora: Sextante;
Título Original: Lost Simbol, The;
Páginas: 489.
ISBN.: 978

"Não recomendados para quem tem pressão alta, as aventuras que Robert Langdon encara em alguns livros de Dan Brown são de tirar o fôlego."

Em mais uma de suas aventuras, o simbologista Robert Langdon vai tentar desvendar antigos mistérios que rodeiam a Maçonaria, uma religião muito discreta que, agora, passa a ser o foco de Dan Brown. E como em outros livros do autor, tem-se uma pesquisa muito profunda sobre o assunto do que se trata: isso vem como um diferencial.


Langdon é chamado por seu grande amigo Peter Solomon para dar uma palestra em Washington. Quando o simbologista chega ao local da palestra, descobre que tudo não passara de uma armadilha para atraí-lo até ali. A história começa a ficar "tensa" com a entrada de Inoue Sato, da CIA. Robert agora deve desvendar o enigma que circunda os antigos mistérios e com isso, salvar seus amigos das mãos do sequestrador.  
                                             


Sem dúvidas uma história cheia de altos e baixos. Porém, mesmo com todos esses elogios, devo ressaltar também que, ao chegar no final do livro, o foco do livro muda totalmente. Teorias de conspiração começam a serem explicadas e o livro passa a ter um tom mais descritivo do que narrativo.


Ao que diz respeito a editora Sextante, falo com boas palavras às belas obras que vêm publicando. Um bom trabalho na impressão, capa com detalhes de símbolos em relevo, o que achei muito interessante. Gostei muito da cor das folhas do livro (um tom de pergaminho; amareladas), dando enfoque ao tema. Neste livro, achei uns 2 ou 3 erros de tradução (ou digitação), o que acredito ser um numero bem pequeno em relação aos outros livros estrangeiros que leio.

Recomendo a vocês O Simbolo Perdido que, apesar de não chegar ao nível de "O Código Da Vinci", nos garante boas aventuras.

Pontuação: